Era uma vez um sapo, e uma princesa. Ela beijou-o. E ele foi-se embora.

Lúgubre, ela franziu o sobrolho. Ele voltou para trás.

Radiante, ela franziu o sobrolho. E ele, de olhar brilhante lhe disse para continuar a sorrir quando o visse partir.

– Porquê?, pergunta ela já com as mãos a tremer.

– Eu nunca te vou entender.

Baixam-se os olhos enquanto se pesam remorsos. E de novo…

Era uma vez um sapo, e uma princesa. Ele beijou-a. E ela foi-se embora.