Tenho-te no peito, espontâneo feito.

Quis-te comigo, beijando-me o umbigo,

dizendo coisa bonita enquanto a minha cabeça gira.

Quis que fosse perfeito e da perfeição fiz constante.

Caio retumbante tendo-te no corpo

ao contrário da certeza que por vezes se espraia no chão.

E se tudo isto for em vão?

Eu sei que sinto, eu sei que tento,

e que te abro o sol e movo o vento.

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