Coloridas minhas artérias pulsantes,

Vinis de uma escravatura precoce,

Esburaco o cérebro, esburacado o tempo,

Esburacadando a mesa num pé de vento.

Me desgasto em desejo do selvagem

Numa chacina de cor que sustento.

Génio antes fosse, ou ignorante sem bagagem,

Que deste lado, nem luz tenho, nem conhecimento.