Alienados.

Presos em cordel ao topo do mundo

quedando-se sem sinal de fundo.

Atados a um corcel que galopa

sem qualquer evidência de rumo.

Alinho com fio de prumo

meu silêncio falto em aprumo

adormecendo meus lábios de mel,

silenciando minha íris de fumo.

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