Dickens!

Diz, Digo, Disse.

Por definição, revolução é uma «transformação violenta, e mais ou menos rápida, da situação política ou social de um Estado ou de um país»*. Como nasce, se desenvolve e fina?

Baseando-se na obra de Thomas Carlyle, A Revolução Francesa, Charles Dickens narra, através de um romance histórico, a convolução do povo francês. Aos princípios de Liberdade, Igualdade e Fraternidade soma-se a concomitância austera — «ou Morte».

O autor parte da história do inglês Dr. Manette, testemunha forçada de um crime aristocrata, preso durante 18 anos na Bastilha com a pretensão de o reduzir ao silêncio, à demência. Quando solto, é a prova viva da leviandade inconsequente perpetrada pela fidalguia.

Lucie, sua filha, é o opósito das descendentes de Goriot. Meiga, cuida do pai com brio. E, com o casamento, introduz em casa Charles Darnay, que viria a ser um outro filho, pelo amor que ao sogro tinha. Darnay, ou Èvremonde, é um emigrante francês…

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